Para um momento de descontracção
Published by Sérgio Costa under on 18:20
Um pouco Lamarckista não acham?
Um pouco Lamarckista não acham?
Neste tópico encontra-se um banco de imagens relativas à actividade laboratorial referida no tópico anterior, tal como no exemplo que se segue
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Teoria: Ocupação antrópica e problemas de ordenamento Questão central: Será que a presença e a concentração de água afecta a estabilidade dos terrenos? Princípios: Ângulo de atrito é a amplitude do ângulo do terreno a partir da qual se dá o deslocamento do objecto (neste caso o deslocamento do solo). O ângulo de atrito depende dos materiais que constituem o solo e também das condições deste (presença de água, existência de vegetação…). Quando o ângulo do terreno é superior ao ângulo de atrito do solo dá-se o deslizamento do solo causando por isso um fenómeno de desabamento de terras. As zonas de vertente são uma das formas básicas de relevo, são locais de instabilidade geomorfológica, implicando por isso que os materiais geológicos situados nas zonas superiores tendam a ser mobilizados para as zonas inferiores, com consequências por vezes graves, em termos de perdas de vida ou de bens materiais. Os movimentos de massa consistem em deslocamentos de grandes quantidades de material rochoso e solo. Estes movimentos dão-se geralmente devido à força da gravidade sendo uma das situações mais comuns de movimentos de massa os desabamentos de terra que ocorrem nas zonas de vertente. Alguns dos factores que podem favorecer estes movimentos são: a falta de vegetação, solos alagados (ensopados em água) e declives muito acentuados. Uma vertente instável é uma zona de vertente que, devido a factores variados, apresenta pouca estabilidade, existindo fortes probabilidades de se darem movimentos de massa. Esta instabilidade pode ser devida a um elevado declive ou à falta de vegetação recentemente abatida (incêndio ou desflorestação). Força da gravidade é uma força de atracção mútua que se estabelece entre os corpos com massa. Na terra esta força é especialmente relevante no que diz respeito à atracção que a terra exerce sobre os outros corpos atraindo estes para o seu centro. É esta força que leva a que os materiais suspensos caiam e é muito importante no que diz respeito ao deslizamento de terras. Conceitos: Ângulo de atrito Movimentos de massa Tensão superficial Forças de resistência Inclinação da vertente Transporte Erosão Força da Gravidade Zona de Vertente Registo de medições Observações/ Discussão Conclusão
A isostasia consiste no equilíbrio gravitacional entre as diferentes porções do solo. Qualquer paisagem que não esteja sobre o efeito de mecanismos geológicos, que levem ao desenvolvimento de cadeias montanhosas, têm a tendência para atingir a isostasia, ou seja atingir o equilíbrio gravitacional. Este equilíbrio é atingido através da aplanação das zonas de maior relevo levando por isso há formação de paisagens planas. No entanto não se dão anomalias gravimétricas o que leva os cientistas a supor que as montanhas têm “raizes” profundas formadas por rochas de baixa densidade. Quando a montanha é erodida, esta erosão dá-se na parte exposta da montanha, sendo que, por isso, o volume da parte superior da zona de relevo diminui, assim sendo há um desiquilibrio entre o volume de solo superior e o volume de solo da dita “raiz”. Assim sendo dá-se a ascensão dos materiais da raiz de forma a que ocorra um ajustamento isostático e que as proporções entre a raiz da montanha e a parte superior desta voltem a apresentar valores normais.
A isostasia é adquirida através de processos de meteorização e erosão. Este processos ocorrem em todas as cadeias montanhosas, quer estas estejam em crescimento ou não. No caso das cadeias montanhosas em crescimento o que acontece é que o seu crescimento é superior à erosão que sofrem.
Teoria da isostasia
É dado o nome de teoria da isostasia às hipóteses que procuram interpretar as compensações que ocorrem em profundidade dos relevos superficiais em função do seu peso (densidade).
A litosfera é uma camada de rocha sólida, de espessura variável e é a camada mais externa do planeta. Esta camada está assente sobre a astenosfera que é uma camada de rocha com menor rigidez comportando-se como um líquido. Isto leva a que a litosfera “flutue” sobre a astenosfera.
Numa região montanhosa seria de esperar a existência de anomalias gravimétricas positivas como resultado da elevada massa das cadeias montanhosas.
Fig.1 - Resultado que seria de esperar obter numa
zona de relevo.
Assim sendo ficamos a perceber o porquê desta normalidade nos registos gravimétricos das zonas montanhosas. A maior massa presente na montanha em relação ao vale é depois compensada pelo facto de esta possuir uma “raiz” profunda de material pouco denso.
É agora importante perceber como se comporta esta “raiz” durante o processo de erosão da montanha.
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Fig. 3, 4 e 5 - Processo de erosão da montanha e subida da "raiz".
A isostasia é um processo segundo o qual os ambientes geológicos atingem o equilíbrio com o meio. Este mecanismo é particularmente interessante uma vez que nos perceber o porquê de antigas zonas montanhosas serem agora planícies (como é o caso da planície Alentejana). Esta teoria explica também o porquê de quando uma montanha é erodida a sua "raiz" não permanecer intacta provocando anomalias gravimétricas negativas
Referências:
http://sites.google.com/site/geologiaebiologia/tect%C3%B3nica-de-placas/teoria-da-isostasia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Isostasia
http://www.ufrgs.br/geociencias/cporcher/Atividades%20Didaticas_arquivos/Geo02001/Isostasia.htm